O mês de Maio foi, segundo a publicação da SREA
«Movimento de Passageiros Aéreos – Maio 2017», um mês de “crise” para o
Aeroporto do Pico. Por este aeroporto passaram menos 7,42% dos passageiros
quando comparado com o fluxo de passageiros no período homólogo de Maio de
2016. Segundo a mesma publicação, o Pico foi mesmo o pior aeroporto da Região
Autónoma dos Açores, ficando muito aquém dos 25% de crescimento das Flores, dos
22% de crescimento em São Miguel ou mesmo dos 6% de crescimento do aeroporto da
ilha do Faial.
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quarta-feira, 14 de junho de 2017
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Razões para se amar o Pico!
Razões para se amar o Pico!
Catorze mil pessoas sempre o
souberam, duzentas e trinta e duas mil nunca pensarem ser possível e quase dez
milhões nem sonhavam um dia ouvir falar. Mas hoje a realidade é outra, a
realidade que se vive nesta terra é tão forte que já ninguém a consegue
refutar.
Porquê?
Porque são 42 km de comprimento
por 20 km de largura que abarcam milhares de tesouros naturais, arquitetónicos
e paisagísticos indiscutivelmente únicos. Porque são 447 km2 de pura magia
geológica que até “fizeram com que as pedras sorrissem”. ![]() |
| Fonte: Página oficial do autor | Fotografia: Pedro Silva |
Porquê?
terça-feira, 16 de maio de 2017
Pico tem a maior taxa de crescimento de passageiros desembarcados por ilha em período de época baixa.
![]() |
| Fonte: www.skyscrapercity.com |
Em Dezembro passado, o Presidente
da SATA Paulo Menezes afirmava que o aeroporto do Pico teria em 2018 (durante
os meses de Junho, Julho e Agosto) acesso a no mínimo 4 voos diretos semanais
com Lisboa, ficando já para este ano (2017) durante o período entre Abril e
Outubro com um total de 3 voos semanais (Sábado, Segunda e Quarta).
Hoje, ainda sem esses voos e
segundo o boletim estatístico publicado pela SREA com o título Movimento de Passageiros Aéreos – Abril
2017, que pode ser lido em http://srea.azores.gov.pt/upl/%7B23b37b4b-b16f-45b3-b084-af41eb742751%7D.pdf,
podemos constatar que o aeroporto do Pico está cada vez mais a afirmar-se como
um aeroporto de eleição para os passageiros.
terça-feira, 9 de maio de 2017
A campanha da SATA que além de dar o «Dobro das Milhas» ainda dá que pensar
A SATA lançou recentemente duas
campanhas, uma para os voos realizados entre 15 de Maio e 02 de Junho onde
oferece o dobro das milhas que seriam espectáveis, e outra, que permite dar a
hipótese de se ir a lisboa por um preço “promocional” de 145€ no fim de semana
em que o Benfica se pode sagrar campeão. Acontece, para o espanto de muitos, que
as campanhas em questão servem apenas para algumas rotas entre Portugal
Continental e a Região Autónoma dos Açores, o que levanta várias questões entre
os utilizadores desta companhia aérea, com a principal questão a ser o porquê da
Ilha do Pico não ser contemplada em nenhuma destas campanhas?
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Quanto valem os nossos sonhos?
“Todos os Homens têm um preço, o segredo está em nunca aceitarmos menos
do que o dobro daquilo que valemos”.

Desde que ouvi esta frase, que a sua essência tem me seguido pelas várias fases da minha vida. Raciocina-la serviu como que uma ancora que me foi mantendo fiel aos meus princípios, que me foi mantendo fiel às minhas orientações. Pensá-la, fez-me manter seguro naquilo em que acredito, e mesmo que para muitos seja a implacabilidade da inocência, a verdade, é que são essas ideias retóricas que me vão fazendo lutar todos os dias.
Acordar com a sensação que não
posso fazer nada para além do que me é permitido, é para mim, na minha mais
profunda inocência, a aceitação de eutanásia à minha consciência, é como um passar de
um atestado de óbito à minha essência. E não, não me revejo nessa posição, no
fundo eu preciso de mais…
quarta-feira, 12 de abril de 2017
Pico foi a segunda ilha com maior número de licenças à construção atribuidas.

A Região Autónoma dos Açores viu entre 2011 e 2015 serem licenciados menos 40% do total de edifícios. A Ilha de São Miguel é a ilha que maior queda apresenta em números absolutos, menos 244 licenciamentos, e a Ilha Terceira a que maior queda apresenta em valores percentuais, menos 65% de licenças emitidas. Por outro lado, é a Ilha de São Jorge a ilha que apresentou uma maior percentagem de crescimento, mais 51% de licenças emitidas, e é também a ilha que representa inclusivamente a maior variação positiva no número absoluto de emissão de licenças com mais 15 novas emissões.
terça-feira, 28 de março de 2017
O Alojamento Local no Pico já representa quase metade do número total de dormidas!
Atualmente, o conceito de arrendamento de curta duração a turistas assume-se como uma opção cada vez mais preponderante na escolha de quem viaja. Este conceito já deixou efetivamente a fase amadora e começa dia-após-dia a assumir-se como um dos principais setores de empreendedorismo, o que em conjunto com a “burocracia” inerente à sua exploração, obriga a que cada vez mais os proprietários se assumam como verdadeiros profissionais.
É também interessante verificar a
satisfação dos turistas em relação ao Alojamento Local, onde se destaca a
relação de proximidade entre os proprietários e os hóspedes. E ao contrário dos
Alojamentos Locais existentes no estrangeiro, é usual verificarmos que em
Portugal, os proprietários recebem e entregam pessoalmente as chaves da
habitação aos turistas, algo que só é possível dada a génese da nossa cultura e
arte de bem receber!
quinta-feira, 23 de março de 2017
Um acesso reservado que de tão reservado que é não tem acesso! *** [Atlânticoline | Cais da Madalena] ***
Nos últimos dias, surgiu no Cais
da Madalena um novo modelo organizativo/gestão de embarque de passageiros.
Agora, todos os passageiros cumprem criteriosamente uma fila única para a
validação dos seus títulos de transporte, quer sejam eles bilhetes individuais
querem sejam eles passes mensais.
![]() |
| Passageiros a aguardar para procederem à validação do titulo de embarque - Cais da Madalena - 23/03/2017 |
segunda-feira, 13 de março de 2017
Transmaçor | Atlânticoline - Uma balança desequilibrada entre Ilhas
Há uns
meses atrás enquanto se discutia| defendia o investimento para a ampliação das
condições de operacionalidade do aeroporto da Ilha do Pico, foram várias as
vozes que se levantaram contra não propriamente a questão do investimento ser
no Pico, mas sim, pelo possível “desinvestimento” do aeroporto do Faial.
Se bem analisado, temos de
concordar que todos, quer individualmente quer em conjunto, devemos lutar pelas
melhorias constantes das nossas infraestruturas e pelos serviços públicos que nos
estão associados às mesmas. No fundo, são essas infraestruturas quer físicas
quer pessoais que acabam por nos disponibilizar os serviços públicos de que
necessitamos.
Um dos pilares da nossa
constituição é o direito de termos condições iguais, independentemente do
território em que possamos habitar (artigo 13º da Constituição da República -
Principio da Igualdade), e cabe ao Estado promover a igualdade real entre todos
os portugueses, bem como, a efetivação dos direitos sociais mediante a
transformação e modernização das estruturas sociais (Artigo 9º ponto d da
Constituição da República – Tarefas fundamentais do Estado).
Mas esta questão não pode ser
aplicada apenas ao investimento do aeroporto, tem de ser “levantada” para todos
os serviços públicos, temos de olhar ao nosso redor e analisar todos os
serviços públicos que nos estão associados, e a Transmaçor | Atlânticoline, não
pode fugir a esta abordagem dos princípios atrás invocados.segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Carnaval, Sata e ... Aeroportos dos extremos do canal!
O carnaval é uma festividade que teve
origem á vários séculos atrás e que é um processo evolutivo do “carnaval” que
remonta à antiguidade, nomeadamente, à Mesopotâmia, Grécia e Roma.
A sua origem provém do latim “carnis levale”, que significa retirar a
carne e que está relacionada com o período de jejum que deveria ser realizado
durante a quaresma, ou, com o controlo dos prazeres mundanos. Na antiga Babilônia,
existia uma festa (Saceia), que tinha como principio um prisioneiro assumir
durante alguns dias a figura do Rei, terminando esta com o seu enforcamento ou empalhamento.
Existia também o ritual que ocorria no templo de Marduk, onde o rei perdia
todos os seus poderes e era surrado na frente da estátua divina como uma forma
de o humilhar e demonstrar a sua submissão à divindade, assumindo novamente e logo
de seguida a sua posição no trono. Estes dois rituais, se bem analisados,
apresentam uma verdadeira subversão de papeis sociais, os mesmo que ainda hoje
podemos encontrar no nosso carnaval.
Hoje, por todo o mundo, mais do
que fantasias, máscaras de carnaval ou subversões dos papeis socias, esta época
veste-se de Sátira política e social. E como não seria de esperar, as ilhas do
Pico e do Faial não foram exceção a este novo modelo carnavalesco.
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Artigo do Clube Naval de São João - Ilha Maior
Na passada sexta-feira, 17 de
Fevereiro de 2017, o Jornal Ilha Maior publicou um artigo “São João aprofunda relação com o mar através de clube naval” e que foi
elaborado através de uma pequena entrevista.
Por considerar que é importar
ressalvar o que foi dito nessa entrevista, apresento através deste blog a
entrevista na integra.
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Há Férias, Há Turismo, e depois há o Pico!
Desde que saiu a notícia sobre o
suposto empreendimento turístico que se pretende efetuar no concelho da
Madalena, o novo Hotel de quatro estrelas na areia larga junto à paisagem
protegida, que muito se tem falado sobre a sua “aprovação”. O empreendimento foi de tal ordem
“controverso” que centenas de pessoas (residentes e não residentes)
insurgiram-se nos sites sociais (facebook) contra o empreendimento,
criticando-o severamente sobre o impacto ambiental e paisagístico que o mesmo
poderia ter na ilha montanha. Foi de tal ordem, que levou mesmo a ser criada
uma Petição Pública para a “proteção” do Pico e do seu futuro intitulada de “A
Ilha do Pico não é para ser destruída” e que pode ser assinada em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84248
.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Nasceu o Clube Naval de São João!
No passado dia 25 de Janeiro de
2017 oficializou-se a constituição do Clube Naval de São João. Um projeto que
nasceu na vontade e no desejo de se criarem condições para todos, incluindo obviamente
os mais novos, poderem iniciar a aprendizagem e a prática de desportos
náuticos.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
O Pico não é só diferente, o Pico é único!
Quando há
uns anos atrás me mudei para o Pico de malas e bagagens nunca pensei vir a
apaixonar-me por esta “terra” como verdadeiramente me apaixonei. O Pico tem uma
alma própria, uma magia que se sente e que nos aconchega a cada dia que passa.
É difícil explicar o que nos prende verdadeiramente, mas é mais difícil ainda ficar
indiferente à sua imponência.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Pico 2016
Terminou 2016!
No panorama nacional, este é um ano que fica marcado pelas vontades incessantes de uma minoria que desejou e deseja afincadamente que a “Geringonça” falhe redondamente, um ano de sucessos desportivos que ficam na história de todos nós e um ano que colocou um português num dos mais altos cargos mundiais. Em suma, um ano repleto de sucessos que nos fizeram e fazem sentir orgulhosos de sermos “lusos”.
Na realidade do “Pico”, 2016 foi um ano também ele de sucessos.
O turismo cresceu mais de 10% em hóspedes e cerca de 21% de receitas totais geradas por este setor (sem contabilização dos meses de Novembro e Dezembro). O Aeroporto do Pico registou a histórica marca de conseguir ultrapassar os 100.000 passageiros num só ano!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Atlânticoline, uma opinião sincera!
Nos últimos meses, centrámos (e
bem), as atenções para a “luta” das melhorias técnicas do Aeroporto do Pico.
Através das mais variadas formas, fomos chamando à razão os vários decisores
sobre este frágil tema e sempre na esperança que as nossas palavras possam ser
“ouvidas” e tidas em atenção aquando da tomada de decisão. Mas, no “meandro”
desta incessante luta, não podemos nem devemos tão pouco descurar outras
frentes que tanto transtorno causa a quem vive no Pico. Falo obviamente das
ligações «marítimas do canal».
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
A defesa do investimento no aeroporto do Pico não é ser-se "bairrista", é ser-se racional!
Nos últimos dias muito se disse
sobre os aeroportos do Pico e do Faial. Falou-se muito mas concluiu-se muito
pouco, e infelizmente é desta forma que “aposto” que vai continuar.
Enquanto uns falam “sentimentalmente”,
outros apresentam números para sustentar a sua defesa. Todos apresentam as suas
razões, e todos têm razão na defesa dos seus interesses restando apenas
analisar quais as melhores razões para sustentar quem e o quê.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Alojamento Local – E agora?
O Alojamento Local é hoje
sinónimo de um negócio rentável, que faz frente a várias “indústrias”
hoteleiras e com características próprias que permitem “rentabilizar”
eficientemente um espaço que anteriormente se encontrava completamente “fora da
economia”.
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Com a Azores Airlines nem bom vento nem bom casamento (…)
Mudam-se os nomes mas os
problemas persistem, e é impressionante a capacidade que esta companhia aérea
tem em virar a cara à realidade e arremessar areia para os olhos de todos nós.
Apesar do momento crucial em
torno do investimento associado à melhoria de um dos aeroportos do triângulo,
continuamos confrontados com um problema de maior natureza, a triste realidade
do serviço que Azores Airlines continua a prestar junto dos seus passageiros de
algumas ilhas.
O problema em torno desta
companhia aérea não são os raros imprevistos, mas sim, os constantes imprevistos que já começam a ser o quotidiano de quem
viaja. A desculpa é sempre a mesma, «Imprevistos
Técnicos».
Mas imprevistos são isso mesmo, apenas
imprevistos, algo casual ou inesperado, algo sem previsão de acontecer, e no
caso da Azores Airlines, os imprevistos devem começar a ser entendidos como
algo que não foi devidamente precavido “por alguém”. Seja “esse alguém”, quem
quer que seja!
O contínuo declínio do serviço da
Azores Airlines começa a ser desesperante, não só para quem viaja em modo inter
ilhas mas também para aqueles que têm a “ousadia” de visitar as ilhas do triângulo.
Os atrasos são constantes, e o
acompanhamento dos passageiros em voos atrasados é de todo inexistente, sem
informações plausíveis e atempadas e sem qualquer apoio logístico decente conforme estabelecido para atrasos superiores a duas horas.
No fundo, trata-se de uma
miserável imagem de entrada e saída das ilhas do triângulo. Trata-se de um
verdadeiro atentado à estratégia turística que estas ilhas promovem e à
integridade económica e social de quem aqui habita!
Mas o “ofensiva” continua, e os horários são também prova disso. O
aeroporto dos açores que apresentou a maior taxa de crescimento percentual em
número de passageiros, o Aeroporto do Pico, tem em horário de inverno apenas disponibilizados
dois voos diretos por semana, um ao sábado às 14h25m e outro à segunda-feira às
10h25m. O aeroporto do Faial tem disponibilizado quatro voos diretos, à
terça-feira às 14h50m, à quarta-feira às 10h30m, à sexta-feira às 14h50m e ao
domingo às 10h30m. São ao todo seis voos diretos entre as Ilhas do triângulo e
Lisboa que acabam por não ter um impacto significativo, ou o efeito desejado
na vida dos seus residentes, e mesmo querendo nós, associar os dois aeroportos,
a verdade é que a conjugação dos seus horários é quase impossível.
Os voos mais apetecíveis são os
horários compatíveis com os horários profissionais, como o de sexta-feira à
tarde (com saída pela Horta às 18h30m e pelo Pico às 17h25m), mas que
estranhamente têm sempre o condão do “beija-mão” no aeroporto João Paulo II.
É percetível e compreensível que
o somatório dos voos do aeroporto do Faial e do Pico sejam substancialmente
menores que os voos do aeroporto de São Miguel, ninguém deverá no seu bom senso
por isso em causa, o que podemos efetivamente colocar em causa é a forma e a
disponibilidade dos voos que nos são apresentados.
Por que motivo não podem os horários
dos aeroportos do Pico e do Faial serem compatíveis? Por que motivo, têm os
horários de ser a horas que não demonstram qualquer vontade de fomentar os
voos nestas ilhas?
Porque é que não posso ter um voo
direto do Pico ou do Faial ao final de uma sexta-feira e um voo a um domingo à tarde?
Sim, eu gostava imenso de ter um
voo direto às 19 horas com destino a Lisboa (seja pelo Pico seja pelo Faial) e
gostava também de ter um voo a um domingo à tarde que me permitisse apanhar a
última lancha para casa (seja ela Madalena-Horta ou Horta-Madalena).
E se alguém prefere viajar de
manhã, teria um voo no aeroporto complementar ao sábado de manha e não
às 14h25m …
No fundo, torna-se imperial um reajustamento dos horários em função dos benefícios que podem ser
dados a todos os seus utilizadores. Criando inclusive, a abertura para uma das
maiores pérolas do turismo, «o Turismo de fim de semana».
A
continuidade do beija-mão ao aeroporto de São Miguel nos voos em “horário
nobre” faz com que «o Turismo de fim de semana» nestas ilhas torne-se assim
novamente inacessível. O “pequeno desvio” a São Miguel retira mais 20% do tempo
útil que quem viaja dispõe, e se somarmos as horas efetivas de voo e de
permanência nos aeroportos, chegamos mesmo a valores aproximados de 35% de
tempo perdido, e quando olhamos para horas úteis reais, as percentagens ficam
ainda mais assustadoras. As fantásticas “escapadinhas” de dois dias que
poderiam ser exploradas economicamente pelos vários agentes de turismo, e que serviriam para o
incremento do turismo de inverno, esfumaçam-se e fazem permanecer as dúvidas
generalizadas de quem habita nestas ilhas, afinal, a quem é que os horários dos
voos diretos realmente beneficiam?
«Um presidente não deveria dizer isto…» mas disse!
Durante oito anos ouvi
sistematicamente dizer que vivi acima das minhas posses e com dinheiro que não
tinha! Durante oito anos, fui acusado tal como todos os portugueses, de
esbanjar o que podia e o que não podia, de não me saber governar e de isso ser
um hábito comum a todos os “europeus da
periferia”.
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