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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Portugal é um fogo que arde e se vê, é ferida que dói e que se sente…

«Portugal é um fogo que arde e se vê, é ferida que dói e que se sente…»

Hoje, todos nós estamos de luto, um luto que se propaga ao mesmo ritmo que hectares e hectares de solo português vão sendo reduzidos a cinzas a cada hora que passa.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

o 25 de Abril será enquanto o povo tiver forças para lutar!

Se o Natal é quando o Homem quiser, o 25 de Abril será enquanto o povo tiver forças para lutar!
 
Estamos em constantes lutas desde os nossos primórdios e continuamos a estar mesmo depois de 1974
 
O 25 de Abril não esteve, não está, nem estará tão pouco concluído enquanto existirem razões sociais pela qual valha a pena lutar! Não apregoem algo que ainda está em desenvolvimento para justificar o que ainda falta fazer. Não nos peçam para parar de lutar só porque o hoje esta um bocado melhor que o ontem, porque o ontem, é um caminho já percorrido e sem hipótese de ser alterado, mas o hoje, esse é o caminho que teremos de percorrer e que garantidamente teremos de cuidar!

domingo, 27 de março de 2016

Comportamento, é tempo de refletir!

Encontramo-nos na última semana da Quaresma, ou Semana Santa, uma semana que precede à mais antiga e importante festa cristã, a Páscoa! Neste período, “festeja-se” a homenagem à crucificação de Jesus Cristo na Sexta-feira e à sua ressurreição no Domingo.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Dia mundial da criança... Mas Pai todo o ano!




Hoje escrevo sobre algo que me enaltece e me envaidece, a imensa alegria de ser PAI. Sou um Pai como tantos outros, um Pai nem sempre certo nem sempre errado, um Pai cheio de alegrias que são proporcionadas pela minha filha, um Pai com imensos medos de errar e até de falhar redondamente, com medos que fazem de mim um Pai cheio de preocupações. 
 Sou um Pai parecido e ao mesmo tempo diferente dos outros Pais porque não existem Pais iguais!

Desde que a minha filha nasceu, idealizei sonhos e percursos, idealizei métodos e formas de educar, métodos que na maioria das vezes saíram completamente ao contrário dos resultados que eu pensei que seriam possíveis de alcançar. A minha filha é o meu bem mais precioso, e como Pai que me preze, afirmo-o sem preconceitos. Por ela, aceito as maiores prevaricações, é por ela que me “condeno” a aceitar condições de trabalho que de outra forma nunca as consideraria possíveis, é nela que eu penso todos os dias quando acordo com vontade de criar a ruptura profissional, pensamentos que são semelhantes a tantos outros Pais e a tantas outras Mães que vêm no estrangeiro um futuro bem melhor!

Por isso, como tantos outros Pais, só tenho de pedir desculpa à minha filha por não ter coragem de defender os seus interesses. O meu medo de lhe falhar obriga-me a falhar impreterivelmente. Todas as condições a que me subjugo diariamente só a ela condenam. As constantes procuras do cumprimento de exigentes objetivos, os constantes dias de trabalho que fazem com que a nossa paciência se esgote e o stress existente na nossa vida profissional fazem com que cheguemos a casa sem uma réstia de vontade de dispensar tempo aos nossos filhos. Deixámos de olhar para as nossas crianças como crianças e passámos a exigir dos nossos filhos a maturidade de um adulto. A competição que nos é incutida atualmente é de extrema agressividade, estamos constantemente em competição quer seja entre empresas rivais quer seja entre colegas e somente para que possamos atingir (mesmo que não passe disso) a tão desejada “palmadinha nas costas” por parte da nossa hierarquia. As organizações querem sempre mais e mais depressa, exigem dos seus trabalhadores que funcionem como máquinas, ameaçam, extorquem e escravizam os seus trabalhadores sob o famoso e tão desejado pretexto da crise. Gerem a vida dos que criam a riqueza das organizações como “seres sem vida pessoal” e, anulaequilíbrio para a existência motivacional dos trabalhadores, implementando, a “política do medo”.  Os líderes de hoje esqueceram-se que necessitam do respeito das pessoas, pois caso contrário, não é liderar é oprimir! 

Hoje, a maioria dos Pais não é liderada mas sim oprimida, e talvez por esse facto, existam cada vez mais casos de doenças depressivas causadas pelo excessivo esforço profissional e até mesmo pelo péssimo ambiente de trabalho em que estão inseridos. As Organizações assim o pretendem, está instaurada o uso abusivo do “descontrolo”, todos nós, quase sem exceção nos sujeitamos a tais barbaridades na esperança “de nada de mal nos acontecer

Mas a vida passa, e com ela passa o tempo também, e no fim, no final de conta, quem paga são os nossos filhos pois são eles que são privados da nossa companhia, do nosso equilíbrio emocional, da nossa educação e carinho. E isso, é algo que não conseguiremos repor!

Só por isto, aproveito o dia da criança para pedir desculpas à minha filha na esperança que tantos outros Pais peçam também aos seus filhos.

Porque dia da criança não é só no dia 1 de Junho mas sim, porque dia da criança são todos os dias do ano.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Festa em honra da nossa Senhora de Lourdes – Abertura das Festividades!

Na minha primeira visita à ilha do Pico, tive o prazer de ver na abertura da Semana dos Baleeiros, o Grupo Coral das Lajes do Pico. Nessa altura, era o Maestro Emílio Porto o responsável pelo grupo coral, um homem com quem prezei trocar algumas palavras e poder ter algumas conversas, um homem que tive o prazer de o observar em vários espetáculos e que, continuaria a ter esse prazer não fosse os infortúnios da vida o terem levado retirando-me assim essa possibilidade.

Respeito por quem trabalha!

As Festas da Madalena tiveram tudo o que uma grande festa exige. Colocaram no Guiness a maior Chamarrita com 544 “bailadores”, um cartaz de artista do topo do panorama nacional que vai desde Os Capicua, a Pedro Abrunhosa e incluindo Mickael Carreira. Uma tenda com dois dos maiores nomes da música  eletrónica portuguesa reconhecidos internacionalmente, Mastiksoul e Diego Miranda, entre tantas outras animações com que os seus visitantes foram presenteados, como por exemplo, as Marchas Populares, as provas de Triatlo e de Vólei de Praia, as provas de Vela Ligeira, de Motonáutica e até de Trial, entre tantas outras animações.

As ofertas foram deveras imensas, o que permitiu que a sua duração fosse sem dúvida, vivida intensamente pelas milhares de pessoas que por lá passaram.

Mas quem também viveu períodos intensos durante as Festas da Madalena, foram os utentes da transportadora marítima Transmaçor. Períodos que se iniciaram na véspera de sexta-feira e que levaram ao presente as lembranças de passageiros frequentes que ficaram atrás no pico para que portadores de bilhetes individuais passassem à sua frente numa viagem com destino à Horta.

Precisamos é de um país totalmente novo!

Vivemos numa era de estigmas e preconceitos que tendem a ser personificados, de pessoas que se deslumbram com sensações imensuráveis de poder inexistente, de opressões e discriminações para com pessoas que de tão iguais que são, demonstram uma necessidade extrema de se mostrar diferentes. Vivemos numa era de reinar por imposição do medo, da incerteza e do desrespeito. Vivemos numa era de mentiras e injúrias, de difamações sociais e de momentos em que o valor da palavra vale tanto como um simples e impetuoso suspiro, e isto é tão válido na vida pessoal como na vida política.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Ditadura democrática…


As questões levantam-se.

O tempo passa, aproximam-se as eleições e surge em nós a mais intrigante questão… 

O que realmente queremos?

Atualmente, não sabemos o que queremos, e quem julga que sabe deve ter sérias dúvidas sobre as certezas que ostenta. Nada é certo, e o que ouvimos vem de tal forma camuflado que nos coloca no cerne de todas as questões. 

Quem queremos?

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Sou da geração que não viveu o 25 de Abril de 1974

Sou da geração que não fez o 25 de Abril de 1974. Sou de outra geração, da geração que cresceu e foi educada com as vantagens da existência de tão grandiosa revolução.
Nasci na década seguinte, e da Revolução a minha geração só sabe o pouco que nos foi ensinado através das histórias com que se ensinam os jovens nas escolas. A visão desse marco histórico na democracia portuguesa não é a mesma de quem a viveu, nunca o poderá ser! Não passámos fome, tivemos acesso – sem esforço - a educação, saúde e tantas outras regalias que seriam impossíveis sequer de pensar no período fascista. Sempre pudemos falar, pensar livremente e agir de acordo com a nossa consciência sem medo de sofrer represálias. Aliás, a maioria não sabe sequer o que é ter medo de represálias políticas!